Estou prisioneira de uma tristeza infinita, um choro
descontrolado, um tremor imparável. Por tua culpa estou a afundar-me novamente
num sítio onde pensava que não ia estar mais. Sítio esse que assombra as minhas
noites todas, e eu acordo novamente, tento esquecer, mas continua sempre na
minha mente. Tenho medo, muito medo, porém não tenho nada onde me apoiar, só me
tenho a mim própria.
Já não vivo, limito-me a respirar…
Já não sinto, mas finjo….
Já não resisto, mas minto…
Preciso de ajuda mas ninguém me ouve. Só me tenho a mim e a
este quarto escuro, onde estou presa, sozinha, abandonada…
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